sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

INCONGRUÊNCIAS DA CONSTITUIÇÃO (2)




Houve tempo em que se julgava que a Terra era plana... até Eratóstenes provar sua esfericidade e calcular em 40.000 km sua circunferência, 200 anos antes de Cristo.

Houve tempo em que se julgava que a Terra era o centro do Universo, o geocentrismo...
até que Galilei Galilei em 1.610 D.C. provou o contrário e foi por este motivo julgado e
 condenado pela Santa Inquisição. Levou 400 anos para a Igreja Católica admitir o erro.

Hoje, no Brasil, a Constituição é o parâmetro referencial. Desconsideram-se várias incongruências como o Art. 5º que estabelece: "TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI...".
FALÁCIA!!! Consideremos apenas as aposentadorias:
Enquanto os regidos pela CLT calculam o valor pela média das 36 últimas contribuições
com limite em 10 saláros-referência e sem garantia de iredutibilidade, funcionários públicos,
membros do juduciário e militares o fazem pelo último salário ou soldo percebido, com esta garantia.
Etc., etc., etc. ...
Espero que, assim como Eratóstenes e Galileu tiveram suas teses posteriormente reconhecidas, a Constituição estabeleça justiça de FATO e não apenas de DIREITO.
E que não demore 400 anos.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

DÍVIDA DO BRASIL: FHC-LULA-DILMA






FHC entregou a faixa presidencial com dívida: 851 bilhões;
Lula entregou com: 1,890 trilhão;
em 8 anos (2.922 dias), aumentou 1,039 trilhão;
aumento/dia: 354 milhões.
Dilma, dívida atual: 2,000.7 trilhões;
em 2 anos (731 dias), aumentou 117 bilhões;
aumento/dia: 160 milhões.
Análise: A média aumento/dia reduziu em + de 50%.
              Considerando que partiu de um patamar de 1,890 trilhão
              contra 851 bilhões, mais significativa se torna a redução.
              Ainda é muito, porém imaginem o caos que seria a
              continuidade da aceleração na escala do governo Lula.
P.S.: Os dados anteriores podem ser conferidos acessando o YouTube no link:
A EX/INTERNA dívida do Brasil - Análise do economista
Waldir Serafim.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O CAMALEÃO SENADOR PAULO PAIM



Há pessoas camaleônicas e o senador Paim é paradigmático.
apresenta-se de acordo com a situações e publico alvo. Não
é de hoje, lembro-me de uma entrevista que concedeu ao
saudoso Mendes Ribeiro na Gaúcha (quanto tempo...). Lutava
para elevar o salário mínimo ao patamar dos U$ 100,00 e para
tanto, argumentava, os reajustes deveriam ser diferenciados
nas faixas superiores, a Previdência não suportaria a isonomia.
Hoje transmutou-se em paladino dos que adrede combateu e
não se torna difícil entender o camaleão: Sabe, com 100% de
certeza, que jamais o governo atenderá o pleito dos aposentados,
portando pode impunemente basofiar e engambelar os trouxas
que nele acreditam. Ao contrário do que escreveu Paulo Santana,
Paulo Paim não perdeu o hímen nesta votação (Renan Calheiros,
para a presidência do Senado), já não o possuia desde a Constituinte.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

RESCALDOS DUMA TRAGÉDIA


 
 
INCÊNDIO NA BOITE KISS
SANTA MARIA, RS - 27/01/2013
 
Quando ocorrem tragédias como a de Sta. Maria pululam catadupas de indignação, cobrança de medidas fiscalizadoras, preventivas, coersitivas e punitivas.
Nada mais compreensível e justificado, porém relembro que tais iniciativas
quando exercidas com o rigor e meticulosidade exigidas costumam provocar
outra catadupa, a do inconformismo dos atingidos e frequentadores. Exemplo
paradigmático é a resistência à retirada das mesas nas calçadas fronteiras aos bares da cidade baixa. Alegou-se coersão injustificada que tolheria a possibilidade de lazer dos usuários e inviabilizaria economicamente os empresários. Exigir isolamento acústico? Nem pensar. Se forem eventos religiosos... sacrilégio.
Para finalizar, os pais por vezes também tem parcela se culpa ao entregarem, por exemplo, a direção de potentes carros a adolescentes não habilitados e, quando ocorrem acidentes fatais... não adianta chorar sobre o leite derramado.
A este último tópico acrescento que o não alinhamento soidário às medidas corretas, legais e pertinentes quando vão de encontro aos nossos interesses e ou comodidades é uma constante de difícil eradicação. Por quê baixar o som
da TV em horários nos quais vizinhos merecem repousar? Em festas que se prolongam madrugada a dentro  que só nos dizem respeito por quê evitar algazarras? Por quê não pisar no acelerador quando supomos estarmos livres de fiscalização? Por quê exigir dos filhos cumprimento de horários quando sem e se divertem com a "tchurma"? Por quê permanecer comedido nas divergências com familiares e ponderar sobre os argumentos que não coincidem com os nossos? Somos onicientes e donos da verdade absoluta?
Por quê?... Por quê?... Por quê? 

 


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

INCONGRUÊNCIAS DA POLÍTICA EXTERNA


 
 

Não tenho o mínimo respeito, repudio até o recôndito da minha ética

aqueles que amoldam os fatos às suas conveniências ou convicções

políticas. Infelizmente nossa política externa tem se pautado por agir

de acordo com as nuances momentâneas. Desaprova atos de governos

estrangeiros, mesmo quando respaldados na Constituição autóctone

(condenou a destituição do presidente Lugo no Paraguai), em outros

casos, atitudes mesmo inconstitucionais apesar de respaldadas pelos

tribunais são reconhecidas como válidas (Venezuela-Chavez). Convenhamos,

ou reconhecemos a autodeterminação SEMPRE, ou contestamos SEMPRE.

Dá-me asco a dubiedade flagrante. Como escrevi há dias:

"O que é bom para o João é bom para o Joaquim".



]

sábado, 5 de janeiro de 2013

A VIDA É A VIDA QUE VIVEMOS





 

A VIDA É A VIDA QUE VIVEMOS

 

Pode ser uma forma heterodoxa de iniciar mas a considero apropriada à realidade, aliás, durante toda minha nem tão curta vida foi o esteio, o arcabouço da minha psique.

 
Nunca temi a morte, considero-a parte da vida, não o fim dela.
 

Recordo um conto de origem árabe no qual a um homem é dado visitar um aposento completamente tomado por velas acesas dos mais variados tamanhos e formatos, simbolizavam as vidas  de todos os homens, mulheres e crianças existentes. Quanto mais curta a vela, menor o tempo de sobrevida, mas também se diferençavam pela velocidade com que se consumiam.

Chamas quentes, brilhantes, fulgurantes até, reduziam o tempo num ritmo assustador. Outras, serenas, mais pareciam plácidos veleiros singrando o mar da existência, prenunciando anos de uma vida sincronizada com a paz interior dos simbolizados.

Curioso, procurou a sua e ao encontra-la, lívido, verificou que estava reduzida a um minúsculo coto, prestes a extinguir-se. Frenético, apoderou-se duma intata  e a apôs sobre a bruxuleante chama no vão intuito de prolongar seu existir. Tola providência, apagou e extinguiu o que lhe restava viver.

 

Nascemos com potencialidades genéticas inclusas no genoma, porém não me venha com esta história de MACTUB.

 

 

 Não venha com essa história de Mactub não,
Porque eu não estou no Egito.
Para quem não sabe o que significa Mactub,
Quer dizer: já estava escrito.
Já estava escrito o que?
Que gregos não se juntariam aos troianos,
Que os judeus não amariam os muçulmanos
E que os Estados Unidos
Jamais fariam aliança com os venezuelanos?
Se já estava escrito,
Me diz aí: onde você leu?
Onde foi que você viu? E quem foi que escreveu?
Para com isso, esse negócio de Mactub
É coisa de muçulmano,
Ou você quer dizer que já estava escrito
Que negro tem que ser pobre
E branco tem que ser rico?
Não venha com essa história de Mactub, não!
Porque não tem nada escrito,
Até porque Deus nos deu o livre arbítrio
Para que sejamos nós o propulsor
Das nossas vitórias,
O dono do nosso destino
E merecedor da sua glória.
Esqueça esse negócio de Mactub
Pois é você quem escreve
A sua própria história!

(Diogo Andrade)

 

Dirigimos nossos destinos, temos o livre arbítrio e o usamos, para o bem ou para o mal, a escolha é nossa.

 

Podemos dissipar a existência num frenesi de álcool, drogas, sexo, impulsividade... passar a vida dando murros em pontas-de-facas. De certo modo todos assim procedemos de uma maneira ou de outra, em maior ou menor escala.

 

Podemos escolher o atalho que nos leva a desdenhar as virtude, honestidade, trabalho honesto... e enveredar pela larga trilha da “Lei de Gerson”, arredando e pisoteando o que e quem se anteponha aos nossos desideratos egoístas. Ao fim e ao cabo poderemos conquistar fama, fortuna, prazeres e todas as quimeras mas... deixaremos no trajeto a consciência e tudo o que ela representa.

 

Podemos, por outro lado, contrabalançar o desequilíbrio gerado pelos “quiméricos” e viver de tal modo que façamos jus às palavras que li algures:

 
Quando nasceste todos sorriam, só tu choravas.
Vive de tal modo que, quando partires,
todos chorem e apenas tu sorrias.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

ESTATUTO E CÓDIGO DE ÉTICA DO PT







 
Abraham Lincoln


Não me deixa pasmo a desfaçatez com que o PT rasga seus
estatuto e código de ética despudorada e escancaradamente.
Em vez de, obedecendo seus preceitos, expulsar os militantes
condenados pela justiça, promove uma campanha de revolta alegando
"perseguição política" a pessoas abnegadas do partido, só por serem do PT.
Para extrapolar de vez invertem o proceder e, hoje (03/01/2013), José Genoino toma posse como deputado federal. Esquecem a fúria demonstrada contra o senador Demóstenes Torres do DEM, este defenestrado pelo próprio partido.
O que me causa pasmo é que, aparentemente, estejam conseguindo
convencer muitos, por pouco tempo, espero.
Lembro Abraham Lincoln:
"PODE-SE CONVENCER MUITOS POR POUCO TEMPO, POUCOS POR
MUITO TEMPO, JAMAIS, TODOS POR TODO O TEMPO".
 
 
ESTATUTO DO PT (excerto)




CAPÍTULO III  -  DAS PENALIDADES

 

Art. 228. São as seguintes as medidas disciplinares:

VIII– expulsão, com cancelamento da filiação;

IX  – perda de mandato.

 

Art. 231. Dar-se-á a expulsão nos casos em que ocorrer:

XII  – condenação por crime infamante ou por práticas  administrativas ilícitas,        com sentença transitada em julgado.

Parágrafo  único:  A  pena  de  expulsão  implica  o  imediato  cancelamento    da  filiação  partidária,  com efeitos na Justiça Eleitoral.