quinta-feira, 6 de junho de 2013

MERCAPTANAS - ARMA NÃO LETAL




Há episódios similares e recorrentes:
Obstruções de vias públicas;
invasões de propriedades, públicas ou privadas;
sequestros com reféns;
etc. ...
As autoridades se deparam com um dilema crucial - utilizar a "força necessária", com risco de consequências, ou contemporizar e... um diálogo improdutivo se instalar.
Havendo vontade e coragem política poder-se-ia recorrer às mercaptanas, mais eficientes que o gás lacrimogênio.
São compostos orgânicos R-SH onde R é um radical orgânico, S é um átomo de enxofre e H um átomo de hidrogênio. Apresenta-se na forma de gás ou líquido. Exalam um cheiro INSUPORTÁVEL, uma arma 100% eficaz e não letal se usada de maneira adequada.
P.S.: As mercaptanas são a base do esguicho dos zorrilhos. 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

PERDÃO DAS DÍVIDAS DE PAÍSES AFRICANOS

 
 
Como está explicitado no corpo do Blog, há exigência de aprovação pelo Congresso.




sexta-feira, 31 de maio de 2013

 

Reportagem de VEJA desta semana mostra que, por trás de presente de US$ 840 milhões, está a necessidade de ajudar empreiteiras amigas do governo, Odebrecht à frente de todos. A Odebrecht é dona do Polo Petroquímico de Triunfo e está metida em vários outros projetos, inclusive a Rodovia do Progresso.

 

. A reportagem é de Otávio Cabral. Eis os trechos mais relevantes.

 

Na comemoração dos cinquenta anos da fundação da União Africana, realizada na semana passada na Etiópia, a presidente Dilma Rousseff deu aos anfitriões um presentão de 840 milhões de dólares. O valor equivale ao total da dívida que doze países do continente haviam contraído com o Brasil e que a partir de agora não terão mais de se preocupar em pagar. O governo  brasileiro os perdoou.

 

  Foi o pragmatismo eleitoral, mais do que a solidariedade aos povos sofredores, que orientou a decisão da presidente Dilma de perdoar a dívida dos países africanos. A questão é que empreiteiras, mineradoras e produtoras agrícolas que querem atuar nesses países com financiamento do BNDES (o órgão acaba de aprovar a criação de um escritório de representação na África do Sul). Ocorre que a legislação impede a concessão de benefícios a nações com dívidas atrasadas junto ao Brasil. Ao abrir mão da cobrança dos débitos, medida que ainda precisa ser aprovada pelo Senado, o governo pretende remover essa barreira – e deixar o caminho livre para as empresas amigas.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

ESCOLHA DE SOFIA



Considerando que a dívida do Brasil (externa + interna) beira os 2 trilhões de reais, o aumento em 0,5% na taxa Selic representa (Consideremos para facilitar o cálculo, 2 trilhões):
R$ 10.000.000.000,00 anuais;
R$ 873.330.000,00 mensais;
R% 27.397.260,00 diários.
Por outro lado, um imobilismo cambial teria como consequência o recrudescimento da inflação.
Estamos frente à situação conhecida como "escolha de Sofia", ambas as soluções são indigestas.
 

segunda-feira, 27 de maio de 2013

FALÁCIA



Incorrem em grave equívoco os que, a pretexto de diminuir desigualdades, preconizam uma cruzada anti-lucro, deveriam se espelhar em Clarice Lispector:
"Passei a vida inteira tentando corrigir os erros que cometi na ânsia de acertar".
Se os ricos perderem parte de suas posses e a capacidade de investir, os pobres perderão os seus empregos. Os ricos, menos ricos, continuarão vivendo confortavelmente; os pobres, sem emprego ou num país em recessão, tornar-se-ão mais pobres e suas vidas transitarão num inferno astral. Não é por outro motivo que o Planalto dá tanta ênfase à diminuição da taxa de desemprego e edita sucessivas medidas que induzem o aumento das industrialização, comércio e atividades agropastoris.
 
 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

COMISSÃO DA VERDADE




A Comissão da Verdade, de relevante importância na elucidação de pontos obscuros em nossa história recente, extrapola em dois pontos:
1. Esmiúça apenas os descaminhos da ditadura, olvida os ex-guerrilheiros,  dicotomiza os envolvidos como "bandidos maus" e "bandidos bons".
2. Pleiteia a revogação da "Lei da Anistia", mais uma vez apenas para os que investiga. No Correio do Povo de hoje, o Ministro da Justiça reitera que não dará provimento porque há decisão judicial em vigor.
Insistindo ad aeternum no assunto acaba dando razão ao Dr. Joseph Goebbels, que cunhou a frase:
    "Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade".
 

 
 
P.S.: Anexo 3 links que não nos permitem esquecer o que foi o III Reich, evitemos a tentação de enveredar pelo tortuoso caminho do proselitismo desenfreado e iconófilo.
Um alerta: É indispensável um estômago forte para assistir os 2 vídeos "Holocausto".
 
HOLOCAUSTO  - Alfred Hitchcock (filme real)
HOLOCAUSTO – Dublado – em cores
 
DICURSO DE JOSEPH GOEBBELS – Guerra Total – 18/02/1943

terça-feira, 14 de maio de 2013

CONFLITO SÍRIO


Resgatado do BLOG de Jurandir Soares - Rádio Guaíba
 
Porto Alegre, 14 de Maio de 2013

Israel e Irã no contexto da guerra síria

Postado por Jurandir Soares em 12 de maio de 2013 -
O ditador sírio Bashar Al Assad prometeu retaliar o que chamou de “declaração de guerra” por parte de Israel, referindo-se aos dois ataques aéreos a Damasco, realizados pelas forças israelenses. Passaram-se os dias desta semana e a resposta de Assad não aconteceu. Houve o caso de dois morteiros sírios que atingiram as colinas de Golã, território sírio, mas, desde 1967, sob o controle de Israel. Este fato, no entanto, é visto mais como tendo acontecido por um desvio nos combates entre os rivais que lutam na Síria, do que uma retaliação do governo sírio. O fato é que Assad está envolto numa guerra civil, que já dura dois anos e dois meses, e que já matou mais de 70 mil pessoas, e não tem condições de dar qualquer resposta a Israel. Não consegue sequer derrotar os rebeldes que lutam para depô-lo. Poderia, quem sabe, como tem feito muitos ditadores, promover uma união interna para enfrentar o inimigo externo. Mas isto é impossível no atual contexto de ódios e rivalidades que predominam na guerra civil síria.
O que ocorre é que a intenção de Israel não é atingir a Síria, mas, aproveitar o conflito para não deixar que armamentos enviados pelo Irã através do território sírio cheguem até o grupo extremista Hizbollah, que está radicado no sul do Líbano, de onde, em 2006, travou um forte confronto com as forças israelenses. O Hizbollah é um inimigo muito mais perigoso para Israel do que a Síria. Ressaltando, a Síria no atual contexto de Assad, porque depois que ele for apeado do poder não se sabe o que será. Corre-se o sério risco de o país ficar dividido e uma boa parte do território ficar em mãos de jihadistas, ou seja, os extremistas muçulmanos, o que seria bem pior para toda a região. Daí não entender o fato de o Ocidente estar dando apoio aos opositores que lutam para derrubar Assad. Entre esses opositores está, inclusive, a Al Qaeda. E o Irã, evidentemente, está influindo no que pode.
O presidente Barack Obama tem sido cobrado, especialmente pela oposição republicana, para intervir na guerra civil síria. Obama tem relutado. Conseguiu sair do Iraque, ainda não conseguiu sair do Afeganistão e participou de uma intervenção desastrosa na Líbia. Assim, estabeleceu que o limite para a Síria seria o uso de armas químicas. Estava se referindo ao uso pelas forças de Assad. Pois, veio a informação sobre o uso dessas armas letais. E logo a cobrança para o Obama. No entanto, veio também a informação por parte da observadora da ONU, a suíça Carla del Ponte, de que “há suspeitas concretas de que o gás sarin foi usado (…) não pelas autoridades governamentais”. Ou seja, foi usado pelos opositores. Para alívio de Obama. Para ele, já chega uma guerra feita em nome de armas de destruição em massa que não existiram, como foi a do Iraque. Com isto, Obama resolveu reforçar a diplomacia, enviando seu secretário de Estado, John Kerry, a Moscou, buscando um acerto com um ator importante, Vladimir Putin, e que tem dado apoio a Assad. Kerry voltou com poucas perspectivas, tanto que resolveu acertar mais uma ida a Israel, para tentar destravar as negociações entre israelenses e palestinos. Porém, pelo que se observa, nenhum e nem outro dos conflitos tem perspectiva de marchar para um acordo de paz.



 



  1. Jayme José de Oliveira disse:


    A priori temos que considerar que a região está convulsionada há mais de 4.000 anos, David e Golias estão no contexto. Mudam os personagens, permanece o fulcro. Complicador adicional são os interesses multifacetados em jogo, mesmo entre os que deveriam ser aliados por vezes há mais ódio separando facções que países. Como concilias xiitas, sunitas, Hamas, Irã, Hesbolah…? O próprio Israel, aparentemente um monobloco se digladia entre fanáticos religiosos e os que aspiram ares mais salubres. O futuro? Será que Alá, Jeová, Deus ou como o queiramos chamar sabe?
 

sexta-feira, 3 de maio de 2013

PESOS E MEDIDAS



Após exaustivas investigações, foram acusados, presos e acusados de corrupção passiva ou ativa, secretários da \prefeitura de Porto Alegre, governo do RS e empresários. A tentativa de instalação de CPIs foi coonestada pelos vereadores petistas e barradas pelos deputados do mesmo partido. 



A operação Concutare propicia uma análise de como, honestamente, políticos não devem, não podem se posicionar. Há acusados ligados ao prefeito José Fortunatti e os 5 vereadores do PT se apressaram em assinar o pedido de CPI.  Há acusados  ligados ao governador Tarso Genro e os 14 deputados do PT nem cogitam fazê-lo. Dois pesos, duas medidas. O que dá prá rir, dá prá chorar (Jair Rodrigues).

É gritante e esclarecedora a diferença de postura dos petistas, que na Assembleia, temendo desgaste político ao governo Tarso Genro, ainda resistem em aderir à CPI (Taline Oppitz - Correio do Povo, 03/04/2013).